Ancestralidade Africana no Brasil |
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| Através do culto aos ancestrais, os Egun ou Egungum é possível reconstruir origens, etnias, memória. Essa memória, enraizada na multiplicidade da herança negro-africana, expande com força total, um ethos que passando a diversidade de suas expressões manifestas - Nagô, Jeje, Angola, Cango, etc. - permite revelar estruturas, valores, normas, denominadores comuns onde a questão da ancestralidade mítica e histórica, marca a existência de uma forte comunalidade. É na memória e no culto aos antepassados que essa comunalidade se afirma. |
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Mestre Didi, omo bibi, "bem-nascido", da linhagem dos Asipá após 5 gerações, descendente de grandes caçadores e exploradores das nações de Oyo e Ketu, foi iniciado aos 7 anos e é hoje o iniciado mais antigo Sumo Sacerdote Alapini - Ipekun Oye - a mais alta hierarquia no culto aos ancestrais. |